Conecte-se conosco

Tecnologia

Novo Android mais poderoso do mundo será lançado no fim de janeiro

(Foto: Divulgação)

Publicados

em

A lista de celulares Android mais potentes do mundo deve mudar consideravelmente a partir do dia 29 de janeiro. A data marca o lançamento do Z5 Pro GT, o novo smartphone da Lenovo que será o primeiro do mercado a contar com o processador Snapdragon 855 da Qualcomm.

O processador novinho não é a única característica que deve colocar o celular da Lenovo no topo da lista dos mais potentes do mundo no momento de seu lançamento. Além do chip, que usa um processo de 7 nanômetros, que garante melhor desempenho e melhor economia de bateria, o dispositivo também contará com 12 GB de memória RAM, o que é o máximo já visto em um smartphone.

O resto das configurações é bastante simples. O dispositivo conta com uma tela OLED de 6,4 polegadas, o que é bem grande, mas em compensação sua resolução não é lá muito alta, ficando na categoria Full HD+ (2340×1080). Apesar de a tela não ser muito definida, isso ajuda a economizar energia, o que é interessante quando combinado com uma bateria não muito grande de 3.350 mAh.

Por fim, o dispositivo contará com quatro câmeras, sendo que duas delas ficarão na frente, e duas atrás. O conjunto traseiro é composto de um sensor de 24 megapixels e outro de 16 MP, enquanto o frontal é de 16 MP e 8 MP. O dispositivo também não conta com entalhe na tela, então os sensores frontais ficam escondidas por um mecanismo deslizante.

O aparelho chegará à China em múltiplas configurações, sendo que a mais potente terá o preço sugerido de 4.400 yuans, o que equivale a aproximadamente R$ 2.400.

Olhar Digital

Novo Android mais poderoso do mundo será lançado no fim de janeiro
Avalie esta postagem
Apoio

Tecnologia

Brejo.com agora é um site inclusivo com a implementação do software Audima

Publicados

em

Foto: Divulgação

As publicações do portal brejo.com agora podem ser ouvidas. Nós do brejo.com instalamos recentemente no início deste mês de fevereiro em todo o portal o Audima, um software que converte texto em áudio. Desenvolvido pela carioca Paula Pedroza, a implementação do Audima é simples, mas precisa ser feito pelos administradores dos websites, que vão escolher o tipo de voz e a posição da ferramenta na página. O leitor precisa apenas apertar o play.

E essa é uma característica da acessibilidade conseguida com o uso do Audima. Ele é um recurso que ultrapassa as necessidades das pessoas com deficiência visual. Analfabetos funcionais, idosos, leitores com dificuldades para compreender textos escritos, usuários que preferem ouvir ao invés de ler e até mesmo quem está em movimento é beneficiado.

Dificuldades no acesso  a informação escrita em números

Segundo pesquisa, cerca de 19% da população brasileira tem alguma deficiência na visão. 25% são analfabetos ou semi-analfabetos no Brasil. 30% apresenta presbiopia(também conhecida como vista cansada). E 32% dos brasileiros apontam a falta de tempo como principal barreira para ler.

Startup brasileira

Desenvolvida pela brasileira Paula Pedroza, a ferramenta começou a ganhar a realidade em 2016 quando a empreendedora, formada em desenho industrial e psicologia, morava em Nova Iorque.

“Sempre aprendi melhor com áudio e gosto de fazer várias coisas enquanto escuto algo”, diz Paula Pedroza, fundadora da Audima. “Comecei a prestar mais atenção nisso quando vivenciei o ‘boom’ do audiobook nos Estados Unidos, uma tendência que ganhou força por causa da proposta de libertação dos devices (dispositivos) e do investimento em tecnologia weareble (vestível)”, conta ela nas palestras de divulgação do software.

Em outubro de 2017 Paula levou sua startup para o Vale do Silício, onde participou do Pioneer Accelerator, programa de aceleração do GSV Labs. Lá, ela aperfeiçoou seu projeto com a ajuda da Amazon, IBM, Google e Facebook. Juntos eles investiram U$S 250 mil (cerca de 942 mil reais) na empresa que lançou seu produto no Brasil e hoje já soma 2,5 mil clientes. Assista no vídeo abaixo sobre a Audima.

#audioinclui

Pesquisando novas formas de modernizar e deixar o portal mais acessível, nós do brejo.com encontramos no software Audima a maneira certa para alcançar mais pessoas e inclui-las nas notícias do dia-a-dia publicada aqui no brejo.com. Onde mesmo os que não tem tempo para ler podem agora simplemente dár um Play e escutar as notícias do brejo.com enquanto faz alguma atividade, seja em casa ou no trabalho. Desta forma,  estamos agora no movimento do #audioinclui contribuindo assim para um mundo mais inclusivo e democratizando o acesso a informação e ao nosso conteúdo online.

Da redação do brejo.com

Brejo.com agora é um site inclusivo com a implementação do software Audima
5 (100%) 1 vote
Continue lendo

Tecnologia

Dicas para manter a sua pequena empresa antenada na era digital

Publicados

em

Foto: Ilustração
Consultor empresarial revela as principais tendências e como serão realizados os pagamentos futuros.

A era digital e as constantes transformações trouxeram muitos desafios para o empresário que mira em inovação e experiência do consumidor. Como tornar as formas de pagamento cada vez mais práticas, eficientes e atrelar tudo isso a um atendimento e entrega ágeis?Uma pesquisa realizada em 2018 pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), constatou que 80% das empresas participantes já inserem a tecnologia como a computação e inteligência artificial nos processos.

Não podemos esquecer de que a segurança dos dados do cliente é de suma importância e deve ser priorizada pelas instituições financeiras e empresas que utilizam da prática para tornar ágil os seus serviços.

consultor empresarial, Adriano Nodari, apresenta algumas tendências futuras e uma previsão de como serão realizados os pagamentos futuros. Confira a seguir.

Pagamentos e transações online

As instituições financeiras investem a cada dia mais em plataformas e aplicativos que facilitam a vida do cliente na hora de resolver uma questão financeira, seja pagamento ou renegociações. Segundo a Febraban, em 2017 houve o aumento de 70% das transações financeiras via aplicativo de celular.

Em 2018, o Brasil foi o quarto país com mais downloads de aplicativos de acordo com a App Annie. O consultor empresarial explica que o pagamento em dinheiro tende a diminuir cada vez mais.

“O pagamento via cartão de crédito ou débito, assim como as transações online, já é uma realidade que faz parte da rotina do consumidor. O que as empresas necessitam é pensar em ferramentas de segurança e funcionalidades para melhorar a experiência na hora das compras”, acrescenta.

Como melhorar a experiência do consumidor na era digital? Aplique essas dicas:

  • Transparência: opte por plataformas em que o cliente permaneça no site da empresa na hora das compras. Além disso, é importante que o nome da empresa seja registrado na fatura do cartão de crédito e proporcione essa identificação para o cliente;
  • Flexibilidade na hora do pagamento: além das opções de pagamento disponíveis, preze por ferramentas ágeis na hora das compras, como one-click buy. Nesse caso, o cliente já terá os dados registrados na loja e pode finalizar a compra com rapidez;
  • Sistemas de rastreamento: sites transparentes sempre ganham pontos com o cliente. Mantenha o consumidor informado sobre a localização do produto e sistemas que propiciem essa transmissão online;
  • Disponibilidade para sanar dúvidas: o atendimento na hora das compras é considerado valioso para o cliente da era digital. Além das principais dúvidas que você pode registrar no próprio site, é importante disponibilizar e-mails, chats e prezar pelo bom relacionamento com o cliente;
  • Especifique o endereço da loja: seguindo as recomendações do Procon, os comércios online devem informar no site o endereço físico da loja e telefone para contato obrigatoriamente. Se portar como anônimo é prejudicial para credibilidade do seu negócio;
  • Ofereça atendimento personalizado: entre os consumidores de um comércio, compreendemos que existem preferências e comportamentos diferentes. Para filtrar e atuar com segmentação conte com o Big Data. A ferramenta proporciona uma visão detalhada sobre o comportamento do cliente na era digital no momento das compras;
  • Fique de olho no estoque: evite trabalhar com peças únicas e que necessitem de constante reposição. Nesse caso, o trabalho e a atenção devem ser dobrados. Acompanhe e organize o estoque para agilidade nas vendas e entrega. Já existem boas ferramentas de controle de estoque que podem ser integradas junto ao site e auxiliar a equipe.

Prepare o seu comércio para o atendimento em diferentes canais

O consultor de negócios salienta que o cliente da era digital segue a tendência “omnichannel”. Ou seja, estão presentes nas plataformas de consumo online, bem como redes sociais, site e pontos de venda físicos.

“O ideal é que a empresa, pequena ou média, esteja preparada para atender dentro dessas estruturas diferentes. O consumidor da era digital gosta de ter opções que possam ser integradas de acordo com o ambiente em que estiver”, pontua.

Novas experiências em pagamento

Os formatos de pagamento não param em transações online, transferências ou cartões. Num futuro muito próximo o varejo vai contar com os wearables, ou como também é definida, “tecnologia possível de vestir”.

Os wearables são acessórios que embutem alta tecnologia. São capazes de registrar distâncias percorridas, checar temperatura corporal e a frequência cardíaca. Essas ferramentas são integradas a outras plataformas, como redes sociais e smartphones, por exemplo.

Estão disponíveis em forma de relógios, pulseiras, óculos e outros. A grande novidade para o consumidor digital no Brasil foi testada durante os jogos Olímpicos de 2016. Visa e Bradesco lançaram uma pulseira que possibilitava os pagamentos via aproximação sem a necessidade de dinheiro físico ou cartões.

Além dessa comodidade para o consumidor, os varejistas conseguem “rastrear” ou detectar os clientes via dispositivo. E você, o que acha dessa ideia, como empresário e também consumidor?

Dicas para manter a sua pequena empresa antenada na era digital
Avalie esta postagem
Continue lendo

Tecnologia

Metade dos usuários do Facebook não gosta de uso de dados para anúncio

Publicados

em

Foto: Divulgação

Metade dos usuários do Facebook entrevistados em uma pesquisa afirmou que não se sente confortável com a forma como seus dados são usados para a construção de perfis pela rede social. A sistematização de preferências é chave do modelo de publicidade da empresa, que vende aos anunciantes a difusão de conteúdos promocionais com alta capacidade de segmentação.

O levantamento foi feito pelo Pew Research Center, um dos mais conhecidos institutos de pesquisa sobre tecnologias da informação e comunicação do mundo, sediado nos Estados Unidos. O estudo analisou o conhecimento e o sentimento de usuários da plataforma quanto ao tratamento de seus dados para diversas finalidades, como a segmentação de anúncios.

Além do desconforto com o tratamento de seus dados, 74% das pessoas ouvidas relataram não saber que o site mantinha a lista dos seus interesses disponível a eles. Esse conjunto de gostos e opções sistematizados pode ser acessada pelo recurso chamado “Suas preferências de anúncios”. Essa página elenca os interesses registrados pelo Facebook e que são usados para o direcionamento de conteúdos pagos a cada usuário.

Quando direcionados a essa página, 59% dos entrevistados informaram que as preferências guardavam relação com suas atividades, e 27% não viram qualquer semelhança entre os tópicos e seus estilos de vida e gostos. No caso de dois tipos de preferências, “aprendizados políticos” e “afinidades étnico-raciais”, mais pessoas concordaram com a caracterização da rede social nesses casos do que discordaram. Ainda assim, mesmo com o conjunto de informações coletadas, 27% das pessoas relacionadas a algum partido na lista de preferências disseram que a leitura estava equivocada.

Na categoria de afinidades étnico-raciais (que mede não a cor ou identidade étnico-racial da pessoa, mas sua “afinidade” com grupos), 61% dos usuários enquadrados nessa categoria relataram que a classificação realizada pela rede social corresponde às suas preferências. Já o restante apontou uma leitura incorreta da plataforma sobre suas inclinações em relação a este tema.

Por outro lado, quando perguntados se haviam ajustados suas configurações de privacidade, 61% informaram que sim, contra 38% negando. Isso pode indicar que apesar do desconhecimento da classificação, parte importante dos usuários consultados já incorporou a prática de utilizar esses comandos. Já a iniciativa de baixar os dados armazenados pelo Facebook, recurso disponibilizado pela plataforma, ainda é pouco comum. Apenas 10% dos ouvidos relataram ter feito isso no último ano.

Segmentação
O estudo também levantou quantas categorias de preferências os usuários têm. Este é um indicador do grau de segmentação dos interesses promovido pelos sistemas informatizados do site. Do total dos ouvidos no estudo, 60% responderam ter inclinações divididas em 10 ou mais categorias, sendo 27% em 10 a 20 categorias e 33% em 20 ou mais categorias. Entre os que possuem menos de 10, 27% relataram estar nessa condição e 11% registraram não terem em suas páginas qualquer categoria.

Método
Foram ouvidos 963 usuários do Facebook com 18 anos ou mais, residentes nos Estados Unidos. Destes, 56% informaram usar o aplicativo várias vezes ao dia e 25%, pelo menos uma vez ao dia. Por volta de 80% dos participantes estão na plataforma há pelo menos cinco anos.

A reportagem da Agência Brasil procurou o Facebook e aguarda retorno.

Fonte: Agência Brasil

Metade dos usuários do Facebook não gosta de uso de dados para anúncio
Avalie esta postagem
Continue lendo
Apoio
Apoio
Apoio

Mais Lidas