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Saúde

Projeto quer mapear casos de Obesidade Infantojuvenil nas escolas públicas da Paraíba

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Pixabay

A obesidade entre crianças é um problema que vem crescendo de maneira alarmante. Dados do Observatório da Criança e do Adolescente da Fundação Abrinq revelam que a Paraíba apresenta 12.115 casos de crianças menores de cinco anos com obesidade e 4.740 com desnutrição grave. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que no Brasil 7,3% das crianças menores de cinco anos estão acima do peso. Sem uma mudança de hábitos, em menos de uma década a obesidade pode atingir 11,3 milhões de crianças no Brasil, de acordo com a Federação Mundial de Obesidade.

Preocupada com essa realidade, a deputada estadual Camila Toscano apresentou o Projeto de Lei Ordinária 436/2019 que cria o Cadastro de Obesidade Infantojuvenil nas Escolas de Rede Pública de Ensino da Paraíba. Ela lembrou que nesta segunda-feira (3) é o Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil e defendeu que é preciso uma política pública mais eficaz de combate ao sobrepeso da população. “No Brasil, os gastos relacionados ao sedentarismo e a obesidade já alcançaram a marca dos R$ 1,5 bilhão”, destacou.

Para a criação do cadastro, o alunos serão submetidos a avaliação para verificação do estado nutricional, triagem de risco para doenças crônicas e avaliação da capacidade física. “O cadastro conterá todos os dados dos alunos e terá início com informações coletadas no início do ano letivo. Com base na avaliação, a escola alimentará o cadastro de obesidade infantojuvenil, identificando os alunos com desvios do estado nutricional”, explica Camila.

O cadastro, segundo o projeto, deverá ser enviado às Gerências Regionais de Educação e de Saúde e integrarão um banco de dados único do Estado. Com base nesses dados, o Governo desenvolverá ações e formula políticas públicas com o intuito de solucionar esse problema.

Assessoria

Saúde

Vacinas contra a covid-19 começam a ser distribuídas

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Foto: Divulgação Força Aérea Brasileira

O Ministério da Saúde inicia, na manhã desta segunda-feira (18), a distribuição das vacina contra a covid-19 para todos os estados. A previsão do governo federal é iniciar a imunização na quarta-feira (20).

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e governadores dos estados estão no Centro de Distribuição Logística do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP), de onde partirá a carga de cerca de 44 toneladas. 

De acordo com o Ministério da Defesa, o transporte das seis milhões de doses da vacina do Instituto Butantan, será feito por aeronaves da Força Aérea Brasileira. 

Logística

A logística de distribuição das vacinas será realizada por aviões e caminhões, compondo estes últimos uma frota de 100 veículos com áreas de carga refrigeradas, que até o final de janeiro aumentarão em mais 50. Toda frota possui sistema de rastreamento e bloqueio via satélite.

Aprovação pela Anvisa

Ontem (17), os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovaram o uso emergencial da CoronaVac e da vacina da Oxford no país. 

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Vacinação contra covid-19 começa ainda nesta segunda, 18, nos estados, diz Pazuello

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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou hoje (18) que a vacinação contra o novo coronavírus começará nos estados ainda nesta segunda-feira. Ele disse que a previsão é que a distribuição das doses da vacina com uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) ocorra até as 14h de hoje, e que as primeiras aplicações sejam feitas até as 17h.

Ao lado de governadores, Pazuello participou, nesta manhã, do ato simbólico de entrega de 4,6 milhões de doses da CoronaVac no Centro de Logística do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. As vacinas serão transportadas por via aérea para o Distrito Federal e as capitais de dez estados: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Também há previsão de distribuição de vacinas por via terrestre. 

Segundo o ministro, o Instituto Butantan receberá um ofício pedindo celeridade no envio do pedido de autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção de mais 2 milhões de doses da CoronaVac. A documentação deve ser analisada até 31 de março.

Ele reforçou que os primeiros a receber as doses da vacina serão  integrantes do grupo prioritário: profissionais da saúde, idosos e indígenas. Pazuello destacou, ainda, que os cuidados com uso de máscara e álcool em gel não podem ser deixados de lado. “A vacina não determina o fim das medidas protetivas”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

INSS: prazo para recorrer de auxílio-doença negado termina neste sábado, 16/01/2021

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Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

O segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que teve o auxílio-doença negado em 2020 tem até este sábado (16) para agendar uma nova perícia médica. O pedido deve ser feito pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.

Pode recorrer da decisão quem pediu o adiantamento do auxílio e teve o benefício negado e quem requereu o auxílio-doença a partir de 1º de fevereiro de 2020, mas não conseguiu passar pela perícia médica.

Desde setembro, as perícias voltaram a ser presenciais nas 491 agências do INSS em todo o país, após meses de atendimento virtual por causa da pandemia da covid-19. Apenas os médicos peritos pertencentes a grupos de risco – como pessoas com mais de 60 anos, grávidas, lactantes e pessoas com doenças graves – continuam trabalhando remotamente.

Ao ir para a perícia, o segurado deverá levar todos os documentos que comprovem o motivo do afastamento do trabalho, como laudos, exames, atestados e receitas médicas. O auxílio-doença é pago a empregados que não podem ir ao trabalho por mais de 15 dias em decorrência de enfermidade ou de acidente.

Para evitar a aglomeração de pessoas nas agências, o INSS antecipou, entre março e novembro, parte do auxílio doença. O segurado recebeu um adiantamento de até R$ 1.045 – valor do salário mínimo no ano passado – sem a necessidade de perícia. Após a confirmação do benefício pelo médico perito, a quantia recebida antecipadamente seria descontada dos futuros pagamentos.

De acordo com o INSS, a diferença entre o salário mínimo e o valor do auxílio doença, caso este seja superior ao mínimo, foi paga em dezembro. Eventuais ajustes estão sendo feitos neste início de 2021.

Fonte: Agência Brasil

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