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Saúde

Promotoria da Saúde instaura procedimento para acompanhar medidas de prevenção ao novo coronavírus

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A Promotoria de Defesa da Saúde de João Pessoa instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar as ações e medidas que estão sendo executadas pela gestão estadual e municipal de saúde da Paraíba para prevenção, controle e contenção de riscos de danos e agravos à saúde pública em decorrência do novo coronavírus e se bem atendem às diretrizes, protocolos e demais normativos instituídos pelo Ministério da Saúde.

O procedimento foi instaurado pela 48ª promotora de Justiça da Capital, Maria das Graças Azevedo. Ela determinou que a Secretaria de Estado da Saúde informe, no prazo de 10 dias, a existência de profissionais designados para compor o Centro de Operações de Emergência (COE); se foram definidas as diretrizes estaduais para vigilância, prevenção e controle relacionados ao novo coronavírus, em conformidade com as diretrizes, protocolos, normativas e orientações do Ministério da Saúde/Anvisa atualizados.

Também deve informar se as notas técnicas e informativas ou de procedimentos e as ações relativas à resposta rápida para vigilância prevenção e controle relacionados ao novo coronavírus foram encaminhadas para cumprimento aos Municípios das regiões do Estado de PB e as providências adotadas para a detecção do vírus, bem como o acompanhamento da sua manifestação e controle da transmissão nas unidades e hospitais da rede estadual de saúde.

No mesmo prazo, a Secretaria de Saúde de João Pessoa deve informar e comprovar as medida adotadas, no âmbito da rede municipal de saúde, para vigilância, prevenção e controle relacionados ao novo vírus e qual o fluxo de paciente com suspeita de infecção para o devido encaminhamento ao hospital designado como referência estadual ao tratamento e isolamento do paciente nesse situação.

Na portaria de instauração, a promotora destaca que o Ministério da Saúde declarou a situação de emergência em saúde pública de importância nacional em decorrência da infecção humana pelo novo coronavírus, haja vista que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública; bem como exige resposta coordenada das ações de saúde de competência da vigilância e atenção à saúde, entre as três esferas da gestão do SUS.

Assessoria/MPPB

Mundo

Identificado medicamento antiparasitário que ‘mata’ Covid-19 em 48hs

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Medicamento é conhecido pelo nome de Ivermectin, mas cientistas avisam que, “realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível”.

Um estudo conjunto levado realizado pelo Monash Biomedicine Discovery Institute e pelo Peter Doherty Institute of Infection and Immunity, na Austrália, identificou um medicamento antiparasitário capaz de ‘matar’ a Covid-19 nos testes laboratoriais no espaço de 48 horas.

Kylie Wagstaff, uma das responsáveis pelo estudo, sublinhou, no entanto, em declarações ao jornal australiano The Canberra Times, que ainda é preciso saber qual a dosagem correta de Ivermectin a usar em humanos para curar por completo a infecção.

“Descobrimos que, mesmo uma dose única, poderia remover, essencialmente, todo o RNA viral no espaço de 48 horas, e que, mesmo num período de 24 horas, é possível haver uma redução verdadeiramente significativa”, afirmou.

“Num período em que temos uma pandemia global e em que não há qualquer tratamento aprovado, se tivéssemos um composto que estivesse já disponível em todo o mundo, isso poderia ajudar as pessoas mais cedo”, acrescentou.

Kylie Wagstaff deixou, no entanto, um aviso: “Realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível”. 

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Saúde

Coronavírus: máscaras caseiras podem reduzir contaminação por Covid-19

Recomendações de proteção mudaram e agora a orientação é que a população faça máscaras de pano.

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Na quinta-feira, 2, a recomendação do Ministério da Saúde sobre o uso de máscaras pela população em geral, incluindo pessoas assintomáticas e sem registro de contato com casos confirmados de Covid-19, mudou. Até então, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), e a equipe técnica que atua na linha de frente do combate ao coronavírus, vinham reafirmando que a necessidade de uso de máscaras era somente para pessoas com algum sintoma. Agora, depois que a marca de 1 milhão de pessoas contaminadas foi ultrapassada, Mandetta afirmou que um protocolo sobre a ação será publicado. 

De acordo com uma nota técnica, “pesquisas têm apontado que a sua utilização impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário no ambiente, garantindo uma barreira física que vem auxiliando na mudança de comportamento da população e diminuição de casos. Nesse sentido, sugere-se que a população possa produzir as suas próprias máscaras caseiras em tecido de algodão, tricoline, TNT, ou outros tecidos, que podem assegurar uma boa efetividade se forem bem desenhadas e higienizadas corretamente. O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que esteja bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais”.

A Organização Mundial de Saúde ainda não mudou a recomendação sobre o uso de máscaras. De acordo com a instituição, “se você está saudável, só precisará usar uma máscara se estiver cuidando de uma pessoa com suspeita de contaminação por Covid-19. Use uma máscara de estiver tossindo ou espirrando. Máscaras são eficientes somente quando utilizadas em conjunto com a higienização das mãos com álcool em gel ou água e sabão”. Contudo, nem todas as pessoas contaminadas poderão ser testadas para o coronavírus. Estudos mostram que as pessoas assintomáticas podem ser responsáveis por dois terços da transmissão da doença.

Na coletiva de imprensa de quarta-feira, 1º, Mandetta afirmou que qualquer pessoa pode fazer as máscaras em casa. “Funciona muito bem como barreira”, disse. A orientação é que o item seja lavado após o uso com água sanitária ou hipoclorito de sódio por vinte minutos, com uso individual e que cada pessoa tenha quatro ou cinco máscaras. “É lutar com as armas que a gente tem”, disse. O ministro pediu que as máscaras cirúrgicas N95, que oferecem maior proteção, sejam deixadas para os profissionais de saúde, que estão em maior risco de contaminação. 

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Saúde

553 mil equipamentos de proteção para combate ao coronavírus serão enviados a Paraíba

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Foto: Ministério da Saúde/Divulgação

A Paraíba vai receber do Ministério da Saúde mais de 553 mil equipamento de proteção para profissionais da saúde para o enfrentamento do coronavírus no estado. O material faz parte da cota de 40 milhões de equipamentos que o governo federal está enviando para estados e municípios de todo o país. A previsão é de que esses equipamentos cheguem aos estados do Norte e Nordeste até a quinta-feira (2).

O pacote de equipamentos enviados para a Paraíba é composto por:

  • 3 mil unidades de álcool etílico, sendo 1.272 de 500 ml e 1.728 de 100 ml
  • 1.280 óculos de proteção
  • 274,5 mil luvas de proteção para procedimento não cirúrgico
  • 2,5 mil sapatilhas
  • 252,5 mil máscaras cirúrgicas
  • 14 mil aventais
  • 5,5 mil toucas hospitalares

A distribuição dos itens para os estados do Norte e do Nordeste vai ser feita com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB), com o transporte de 18 toneladas em equipamentos. Os materiais foram adquiridos pelo Ministério da Saúde por meio de cinco editais de compra emergencial publicados entre os meses de fevereiro e março no Diário Oficial da União (DOU).

Apesar do envio do material para o estado, o Governo da Paraíba recolheu na terça-feira (31), em uma operação da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), equipamentos médicos e hospitalares de cinco fornecedoras em João Pessoa e Campina Grande para evitar um possível desabastecimento de equipamentos durante os atendimentos de pacientes com Covid-19. O recolhimento foi regulamentado por um decreto publicado pelo governador João Azevêdo (Cidadania) na própria terça-feira.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, estão sendo adquiridos ainda 200 milhões de máscaras cirúrgicas, 40 milhões de máscaras N95, 1 milhão de frascos de álcool 500 ml, 1 milhão de frascos de álcool 100 ml, 240 milhões de luvas para procedimentos não cirúrgicos, 40 milhões de aventais, 80 milhões de aventais impermeáveis, 1 milhão de sapatilhas, 1 milhão de óculos de proteção, 120 milhões de toucas, 200 mil unidades de protetores faciais. Esses equipamentos de proteção incluem insumos comprados no exterior e devem chegar ao Brasil em até 30 dias.

“Os equipamentos fazem parte do reforço e organização da assistência hospitalar e ambulatorial do SUS que o Ministério da Saúde vem realizando junto aos estados brasileiros”, disse Roberto Ferreira Dias, diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde.

Fonte: G1 PB

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