Conecte-se conosco

Saúde

INSS: prazo para recorrer de auxílio-doença negado termina neste sábado, 16/01/2021

Publicados

em

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

O segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que teve o auxílio-doença negado em 2020 tem até este sábado (16) para agendar uma nova perícia médica. O pedido deve ser feito pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.

Pode recorrer da decisão quem pediu o adiantamento do auxílio e teve o benefício negado e quem requereu o auxílio-doença a partir de 1º de fevereiro de 2020, mas não conseguiu passar pela perícia médica.

Desde setembro, as perícias voltaram a ser presenciais nas 491 agências do INSS em todo o país, após meses de atendimento virtual por causa da pandemia da covid-19. Apenas os médicos peritos pertencentes a grupos de risco – como pessoas com mais de 60 anos, grávidas, lactantes e pessoas com doenças graves – continuam trabalhando remotamente.

Ao ir para a perícia, o segurado deverá levar todos os documentos que comprovem o motivo do afastamento do trabalho, como laudos, exames, atestados e receitas médicas. O auxílio-doença é pago a empregados que não podem ir ao trabalho por mais de 15 dias em decorrência de enfermidade ou de acidente.

Para evitar a aglomeração de pessoas nas agências, o INSS antecipou, entre março e novembro, parte do auxílio doença. O segurado recebeu um adiantamento de até R$ 1.045 – valor do salário mínimo no ano passado – sem a necessidade de perícia. Após a confirmação do benefício pelo médico perito, a quantia recebida antecipadamente seria descontada dos futuros pagamentos.

De acordo com o INSS, a diferença entre o salário mínimo e o valor do auxílio doença, caso este seja superior ao mínimo, foi paga em dezembro. Eventuais ajustes estão sendo feitos neste início de 2021.

Fonte: Agência Brasil

Cidades

Hospital de Clínicas está há três dias seguidos sem mortes por Covid-19

Publicados

em

Foto: Ilustração

Já são 72 horas sem registro de mortes por Covid-19 no Hospital de Clínicas, em Campina Grande. A última vez que a unidade ficou três dias consecutivos sem registrar vítimas da doença foi em 4, 5 e 6 de julho. Atualmente, o HC tem 49 pacientes internados, sendo 32 na UTI e 17 na enfermaria. 

Nesta quinta-feira (22), a unidade também contabilizou uma alta da Unidade de Terapia Intensiva e duas altas para casa.  “A redução no número de mortes e ocupação dos leitos do hospital é claramente uma consequência da ampliação da vacinação na Paraíba. Nossa meta é reduzir cada vez mais”, disse o médico Jhony Bezerra, diretor-geral do Hospital de Clínicas. 

Em Campina Grande mais de 186 mil pessoas já receberam a 1ª dose da vacina e mais 59 mil receberam a 2ª dose. O total de doses únicas já supera 6 mil.

“Passamos tempos difíceis, com ocupação máxima do hospital, e agora ver esses números regredir é uma alegria enorme. Mas vale lembrar que não podemos descuidar”, alertou o médico Thyago Morais, diretor técnico do HC.

Fonte:

Continue lendo

Saúde

Saúde amplia projeção de entrega de vacinas para agosto

Nova estimativa é que país receba 63,3 milhões de doses

Publicados

em

Foto: ilustração/SESPB

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (21) que aumentou para 63,3 milhões a previsão de doses de vacinas contra covid-19 que devem ser entregues em agosto pelos laboratórios contratados. A previsão anterior era de 60,5 milhões de unidades.

Segundo a pasta, a nova projeção representa um aumento superior a 50% em relação a julho, quando o país deve receber 40,4 milhões de doses previstas.

Nesta quarta-feira, o ministério confirmou que recebeu do Instituto Butantan mais 1,5 milhão de doses da Coronavac. Os imunizantes serão incluídos no Programa Nacional de Imunização (PNI) e distribuídos para os estados e Distrito Federal. 

Além das vacinas recebidas, o instituto aumentou a expectativa de entrega para o próximo mês de 15 milhões para 20 milhões de doses. A entrega de imunizantes da Pfizer também foi ampliada, passando de 32,5 milhões para 33,3 milhões.

Além dessas doses, o Brasil também vai contar com a entrega de 10 milhões de doses da AstraZeneca, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

De acordo com a pasta, 164 milhões de doses de todas as vacinas contra a covid-19 que fazem parte do PNI foram distribuídas aos estados. Do total, foram aplicadas 126,6 milhões, sendo 91,4 milhões de primeira dose e 35,1 milhões de segunda dose e dose única. 

Segundo o ministério, o número de pessoas que receberam a primeira dose representa mais da metade da população-alvo (57%) de 160 milhões de pessoas com mais de 18 anos no Brasil. Quem está com a imunização completa (2º dose ou dose única) representa 21,7% da população-alvo.

Por meio do vacinômetro do Ministério da Saúde, a população pode acompanhar o andamento da vacinação em todos os estados. 

Agência Brasil

Continue lendo

Saúde

Você viu? Fisioterapia não oferece riscos para pacientes com câncer de mama

Estudo do Inca mostra benefícios na movimentação de ombros e braços

Publicados

em

Estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) com 461 mulheres operadas de câncer de mama ao longo de um ano confirmou que não há riscos para a realização de exercícios livres, acima do ombro, na rotina do pós-operatório para essas pacientes. Os pesquisadores afirmam que exercícios de ombro são seguros e trazem benefícios para a vida das pacientes. Os resultados do estudo foram publicados na revista Breast Cancer Research and Treatment.

A pesquisa foi conduzida pela fisioterapeuta e doutoranda do Inca, Clarice Gomes Chagas Teodózio, sob orientação da pesquisadora e fisioterapeuta Anke Bergmann e do pesquisador Luiz Cláudio Santos Thuler. 

“Com esse estudo, confirmamos que o movimento acima da altura do ombro, que a gente intitulou como movimento livre, não significa que é completo. Significa que a paciente vai fazer exercícios até o limite do desconforto dela”, disse Erica Alves Nogueira Fabro, responsável pelo Serviço de Fisioterapia do Hospital do Câncer III, do Inca.

Erica Fabro esclareceu que o próprio organismo da paciente vai dar a noção do que é desconfortável para ela. Os exercícios começam no dia seguinte à cirurgia. As fisioterapeutas tiram as pacientes do leito pela manhã e orientam para que elas façam os exercícios várias vezes ao dia, mas com poucas repetições, de modo a manter a lubrificação natural no ombro, para não ter nenhuma restrição futura do movimento.

“Porque, teoricamente, a gente não sabe qual vai ser o seguimento do tratamento. Tem algumas pacientes que vão precisar fazer radioterapia e a nossa preocupação é que elas tenham o movimento completo. A gente não quer atrasar o processo de cura das pacientes, mas adiantar seu retorno à vida normal, ao trabalho, ou seja, fazer as pacientes voltarem às suas atividades do dia a dia e se sentirem independentes”, afirmou a chefe do Serviço de Fisioterapia do Hospital do Câncer III.

Segundo informou a especialista, exercícios na altura do ombro correspondem a 90 graus. Acima, pode ser que uma paciente consiga ir até 120 graus e outra até 180 graus, que seria o movimento completo.

Atividades domésticas

Erica informou que a média é de cinco pacientes operadas por dia no Hospital do Câncer III, de segunda a sexta-feira, o que resulta entre 25 a 28 cirurgias de câncer de mama na unidade, por semana. Antes da pandemia, a média era em torno de sete pacientes por dia.

As pacientes que fazem cirurgia abordando os linfonodos da axila ou retirando a mama toda realizam essa rotina nova com a equipe do Inca. As únicas pacientes que não iniciam exercícios acima do ombro são as que fazem reconstrução mamária e cirurgia plástica. “Essas [pacientes que passaram por reconstrução de mama] a gente não libera imediatamente. Só depois que está cicatrizado. Para essas, a gente mantém 90 graus ainda”. Essas pacientes não fizeram parte da pesquisa e, por isso, a nova rotina não pode ser estendida para elas.

Erica salientou, por outro lado, que não são liberadas ações como varrer, pegar peso, arear panela. “Nenhum movimento brusco nem repetitivo. A gente só quer um movimento para ela ter independência para tomar banho sozinha, fazer a higiene pessoal sozinha, se alimentar sozinha”. Só depois de trinta dias, a equipe de fisioterapia vai liberando aos poucos o retorno das pacientes às atividades domésticas.

O presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia Regional Rio de Janeiro (SBM-RJ), Rafael Machado, confirmou que a fisioterapia no pós-operatório e o exercício físico regular diário depois do tratamento dão às mulheres operadas de câncer de mama maior sobrevida e melhor qualidade de vida em comparação a mulheres sedentárias. “É fundamental”, afirmou.

Rafael Machado destacou que o câncer de mama constitui um problema de saúde pública no Brasil. Por isso, ele defende que o tema seja debatido de forma contínua e não somente durante o Outubro Rosa, quando o mundo todo fala da conscientização sobre a doença. De acordo com o Inca, são estimados 66.280 casos novos de câncer de mama para cada ano do triênio 2020-2022. Esse valor corresponde a um risco estimado de 61,61 casos novos a cada 100 mil mulheres.

Novos tratamentos

Os novos tratamentos para câncer de mama incluem as chamadas drogas-alvo – direcionadas a subtipos tumorais específicos. Esses medicamentos permitem fazer a chamada oncologia de precisão, que resulta em tratamentos individualizados para a paciente, frente ao subtipo tumoral que ela tem.

O presidente da SBM-RJ defendeu também que a abordagem às pacientes com câncer de mama deve ser multidisciplinar, envolvendo desde ginecologista, mastologista, psicólogo, fisioterapeuta, nutricionista, entre outros profissionais.

Agência Brasil

Continue lendo
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio

Mais Lidas