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Tecnologia

Google nega ter sido alvo de hackers no Brasil; entenda

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Foto: Reprodução

O Google negou que sua página de buscas no Brasil tenha sido alvo de hackers nesta terça-feira (3). A dúvida surgiu quando usuários da internet começaram a compartilhar no começo da tarde uma imagem que mostrava o site da empresa modificado; no lugar do habitual logotipo colorido, a imagem de um desenho japonês acompanhada de frases em inglês.

“Alguns usuários de internet no Brasil tiveram problemas ao acessar o google.com.br devido a um comprometimento de servidores DNS: ou seja, a alteração maliciosa das configurações de direcionamento desses servidores, levando o usuário a um site diferente do que ele pretende acessar”, informa o Google em nota enviada ao G1.

Usuários relatam encontrar imagem de um anime e mensagem de hacker ao entrar no google.com.br (Foto: Reprodução)

Usuários relatam encontrar imagem de um anime e mensagem de hacker ao entrar no google.com.br (Foto: Reprodução)

Ou seja, para o Google, o acesso indevido ocorreu no servidor DNS, banco de dados que reúne os nomes e domínios das páginas de toda a internet. Essa plataforma possui ainda configurações de que site responde por qual nome.

“O Google não é responsável pelos servidores de DNS afetados, por isso notificou os administradores, que corrigiram o problema em 30 minutos. Os usuários afetados ainda podem fazer a troca do servidor DNS de sua rede, já que não há nenhum comprometimento do sistemas do Google”, afirma o Google.

Entenda o caso

 “É um grande momento para morrer”, dizia o texto. O autor do ataque é um hacker que se identifica como Kuroi’SH.

Na imagem, ele ainda escreve: “Dois google de uma vez; recorde mundial; eu não dou a mínima.” A mensagem faz menção a outro golpe a uma página do Google, que teria ocorrido em Bangladesh, segundo usuários do país.

Os dois ataques são conhecido como “defacing”, em que um invasor consegue alterar a aparência de uma página na web.

Do G1

Tecnologia

Municípios de baixo IDH terão banda larga móvel da TIM

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Telecom Italia Mobile (TIM), empresa de telefonia móvel de capital italiano, firmaram hoje (7) em Brasília um termo de ajustamento de conduta (TAC) que converte multa de R$ 639,9 milhões, aplicada pela agência reguladora, em investimentos que a companhia deverá fazer para ampliar o acesso à internet, por meio do serviço de banda larga móvel com tecnologia 4G.

Segundo a Anatel, a estimativa é de que três milhões de pessoas serão beneficiadas. A banda larga atingirá cidades com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), abaixo da média nacional (0,761) nos estados do Norte, Nordeste, Minas Gerais e Goiás. Os municípios escolhidos têm menos de 30 mil habitantes.

Em sua conta no Twitter, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, divulgou o cordo.

O IDH é um indicador criado pelas Nações Unidas (ONU) que mede o bem estar da população a partir da renda, atendimento à saúde e acesso à educação.  O TAC terá vigência de quatro anos. Até a metade do período, 80% da infraestrutura deverá estar instalada.

A assinatura do TAC foi comemorada pelo ministro das Comunicações, Fábio Farias. “Ainda temos o desejo de atingir 40 milhões de brasileiros sem cobertura”, declarou. Segundo nota da Anatel, Farias classifica como urgente alcançar um quinto do território nacional sem internet de banda larga.

Para o presidente da Anatel, Leonardo Euler, assinala que o acesso à internet trata vantagens econômicas para as cidades “[Vai] Gerar mais negócios, mais renda e dinamizar a economia nesses locais.”

A lista de municípios que serão alcançados, os processos administrativos que resultaram em multa e a memória de cálculo para o estabelecimento do TAC estão disponíveis no site da TIM

Assista na TV Brasil:

https://www.youtube.com/embed/sx9L_lTAkvM

*Com informações da Anatel

Fonte: Agência Brasil

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Tecnologia

Tecnologia está destruindo apetite sexual, dizem pesquisadores

Nunca houve tantas distrações disponíveis.

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Karolinska em Estocolmo, na Suécia, indica que a tecnologia atual está destruindo o apetite sexual dos mais jovens. “O fornecimento de entretenimento online pode competir com a atividade sexual”, apontou o autor do estudo, Peter Ueda.

De acordo com a pesquisa, indivíduos abaixo dos 35 anos estão colocando tecnologia digital como Internet, smartphones, redes sociais e serviços como a Netflix à frente do prazer físico. O estudo foi feito nos EUA com uma amostra de quase 10 mil pessoas, indicando que o celibato duplicou nas últimas duas décadas nas pessoas entre os 25 e os 34 anos.

Não se trata apenas de um fato curioso mas sim de um reflexo de como a tecnologia está afetando a sociedade como a conhecemos a longo prazo. Segundo o jornal Mirror os pesquisadores apontam mesmo para “implicações na saúde pública” e na “qualidade de vida”.

“Entre a disponibilização de entretenimento durante 24 horas e a tentação de usar smartphones e redes sociais, a atividade sexual pode não ser tão atrativa como era antes. Simplesmente, há agora mais coisas que fazer à noite do que havia antes e menos oportunidades de ambos os parceiros iniciarem uma atividade sexual se estes estiverem envolvidos em redes sociais, videojogos ou maratonas de séries”, apontou uma psicóloga da Universidade do Estado de San Diego, Jean Twenge.

Do Noticiasaominuto

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Ciência

Cientistas descobrem possível forma de combater o novo coronavírus

Técnica faz com que medicamentos sejam responsáveis por inibir a reprodução das células infectadas dentro do hospedeiro

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Para tentar encontrar tratamentos contra a Covid-19, bioquímicos e virologistas da Universidade Goethe e do Hospital da Universidade de Frankfurt investigam como a doença afeta as células humanas quando as infecta. Desde fevereiro os cientistas cultivam amostras da doença em laboratório. Esse procedimento foi essencial para aprender o máximo possível sobre o vírus.

Olhar Digital

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