Tecnologia
WhatsApp deixa de funcionar em alguns smartphones em 2017
Em fevereiro de 2016, o WhatsApp já havia avisado que deixaria de oferecer suporte ao aplicativo em aparelhos mais antigos. O cancelamento começou a acontecer no primeiro dia de 2017. “Por mais que estes aparelhos celulares tenham feito uma importante parte em nossa história, eles não possuem a capacidade requerida para que possamos expandir os recursos de nosso aplicativo no futuro”, explicou o WhatsApp.
A partir de agora, o aplicativo de troca de mensagens deixará de funcionar em dispositivos alimentados por Android 2.1 e Android 2.2, iOS 6 / iPhone 3GS, bem como Windows Phone 7. Já o BlackBerry OS, Nokia Symbiam e Nokia S40 devem deixar de suportar o WhatsApp até o dia 30 de junho de 2017.
A empresa aconselhou que os donos desses aparelhos comprem um modelo mais novo para continuar usando o aplicativo que, atualmente, já é usado por mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo.
Do Ubergizmo
Tecnologia
Viva Móveis.com transforma inspirações do ChatGPT em móveis sob medida
Marca passa a receber referências geradas por inteligência artificial e transforma ideias em projetos personalizados, funcionais e executáveis.
A inteligência artificial tem sido incorporada a diferentes aspectos do cotidiano, da produtividade ao entretenimento, e agora também influencia a forma como as pessoas imaginam seus espaços. Neste movimento, a VIVA Móveis.com, empresa de móveis customizados em João Pessoa, passou a receber clientes que chegam com inspirações geradas no ChatGPT e transforma essas referências em projetos reais, funcionais e personalizados.
Dois casos recentes ilustram essa nova dinâmica no mercado de móveis personalizados. Um deles envolveu a criação de um home office integrado à varanda de um apartamento. O outro, o desenvolvimento dos quartos de duas filhas de uma cliente, com soluções que combinam estudo, descanso e organização.
Em ambos, os clientes chegaram com descrições e referências produzidas por inteligência artificial, que serviram como ponto de partida para o trabalho da equipe. Segundo João Paulo Cabral, coordenador comercial da VIVA, quando esse tipo de inspiração chega, o primeiro passo é uma análise de viabilidade, considerando espaço disponível, proporções, funcionalidade e materiais.
Em seguida, a ideia é apresentada ao cliente, com uma conversa transparente sobre o que pode ou não ser executado. Se necessário, são sugeridas adaptações para manter o conceito original sem comprometer o uso prático do ambiente. Só após a aprovação dessas adequações o projeto segue para o detalhamento técnico, com desenhos, medidas e especificações para produção.
Nos projetos em questão, alguns ajustes foram fundamentais. Mas João Paulo garante que o resultado foi satisfatório em ambos os casos, justamente porque a inspiração já trazia um conceito pré-aprovado emocionalmente pelos clientes. “Agiliza muito o processo, porque partimos de uma ideia que já encanta o cliente e fazemos apenas as correções necessárias para torná-la real e utilizável”, explica.
Com o avanço a passos largos da Inteligência Artificial, a ferramenta deve se tornar uma aliada permanente no processo de criação de móveis sob medida, desde que sempre mediada por profissionais capazes de transformar ideias em soluções reais, seguras e esteticamente coerentes.
Assessoria
Tecnologia
Com tecnologia inédita na perfumaria mundial, O Boticário expande a inovação de EGEO com Dolce Illusion
O Smell The Taste™ transforma o legado gourmand de Egeo Dolce em uma nova experiência que dá água na boca.
Egeo, a marca do Boticário que há quase duas décadas inspira consumidores com fragrâncias divertidas, intensas e cheias de personalidade, apresenta Egeo Dolce Illusion, um lançamento que expande a inovação da marca com o uso da tecnologia Smell The Taste™, utilizado pela primeira vez na perfumaria mundial. A novidade, que traduz sabor em sensações olfativas, permitindo “sentir o gosto” do marshmallow tostado e do dulçor caramelizado por meio do aroma, inaugura uma nova era para o olfativo gourmand no Brasil. Em 2007, a criação de Egeo Dolce não foi apenas um sucesso comercial: ela inaugurou o gourmand no portfólio do Boticário, abrindo espaço para um novo tipo de fragrância no país. Agora, 18 anos depois, o clássico ganha uma releitura moderna, criada para dialogar com diferentes gerações.
O diferencial do lançamento fica ainda mais evidente com o uso da tecnologia patenteada Smell The Taste™ (STT), da casa de fragrância DSM-Firmenich, da água na boca ao transformar sabores em sensações olfativas, permitindo “sentir o gosto” do marshmallow tostado, do toque caramelizado e da groselha gelada apenas pelo aroma. Pela primeira vez no mercado mundial, Egeo Dolce Illusion incorpora o ingrediente S’mores STT – desenvolvido a partir de um processo exclusivo que traduz experiências gustativas em fragrâncias de forma multissensorial, reunindo textura, temperatura e complexidade de sabor em um acorde olfativo único.
Idealizada pelo perfumista Frank Voelkl, responsável pela versão original de Egeo Dolce, Dolce Illusion foi cocriada com um grupo de Egeo Lovers da Gen Z, resultando em uma interpretação olfativa única, multifacetada e atual. A fragrância combina o lado amadeirado e cremoso do marshmallow tostado com o contraste vibrante e gelado do sorbet de groselha, traduzindo um dulçor moderno, divertido e intenso. Esse movimento se conecta à ascensão do neogourmand, uma nova geração de fragrâncias doces que se afastam do açúcar excessivo para explorar contrastes e texturas. O marshmallow vem sendo reinterpretado de forma inovadora e ganhou popularidade nas redes: a hashtag#MarshmallowPerfume já soma mais de 68 milhões de visualizações no TikTok, enquanto as buscas por “perfume de marshmallow” cresceram 75% no Google Trends. O ingrediente também foi apontado pelo Pinterest como uma das grandes tendências de 2025, reforçando sua relevância como símbolo do novo gourmand.
A composição abre com o impacto gelado e frutado do sorbet de groselha, que traz luminosidade e uma camada fresca inesperada ao gourmand. No coração, o acorde de marshmallow tostado entrega cremosidade, calor e profundidade, com nuances de baunilha e açúcar tostado que remetem a sensações táteis e gustativas. O resultado é uma fragrância tão ousada quanto viciante, com assinatura doce, intensa, mas ao mesmo tempo brilhante e cheia de personalidade.
“Egeo Dolce Illusion marca um novo capítulo para o gourmand sob uma perspectiva moderna, conectando o poder dos clássicos e o comportamento das novas gerações. O dulçor evoluiu, ganhou novas texturas e contrastes inesperados que conversam também com o clima mais quente e temperaturas mais elevadas do verão. É uma releitura de Egeo Dolce, que promete repetir o sucesso com os consumidores”, conclui Paulo Roseiro, Diretor Executivo de Perfumaria, Desodorantes e Presentes do Boticário.
O lançamento está disponível nos canais de venda oficiais da marca com desconto aplicado de 20%, até o dia 18 de janeiro. As vendas acontecem em todas as lojas físicas do país, no e-commerce da marca, além do app do Boticário, para as versões Android e iOS e via revendedores pelo Encontre Boticário. Também é possível fazer pedidos pelo WhatsApp por meio do número 0800 744 0010 – contato oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelolink (https://encontre.boticario.com.br/).
Serviço:
Egeo Dolce Illusion Desodorante Colônia 90 ml – Preço sugerido: R$ 154,90
Egeo Dolce Illusion é o novo gourmand do Boticário, uma fragrância intensa, vibrante e surpreendente que combina marshmallow s’mores com sorbet de groselha, potencializados pela tecnologia exclusiva Smell The Taste™, que transforma sabores em aroma. Uma releitura moderna do clássico Egeo Dolce, agora com novas nuances de dulçor, frescor e textura.
Creme Hidratante Desodorante Corporal Egeo Dolce Illusion 250 g – Preço sugerido: R$ 74,90
Para uma rotina completa de cuidados, o Creme Hidratante Desodorante Corporal Egeo Dolce Illusion traz toda a cremosidade gourmand da fragrância em uma textura macia, indulgente e envolvente. Com rápida absorção e toque acetinado, o creme hidrata intensamente a pele enquanto deixa um rastro doce, vibrante e moderno, combinando o calor do marshmallow s’mores com o frescor irresistível do sorbet de groselha.
Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.
*Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem;
** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.
Assessoria
Tecnologia
STF retoma julgamento sobre responsabilização das redes sociais
Placar está em 7 votos a 1 pela inconstitucionalidade do Artigo 19.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (25) o julgamento sobre a responsabilização das plataformas que operam as redes sociais pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.
O julgamento foi suspenso no dia 12 de junho, quando foi formado placar de 7 votos a 1 a favor da inconstitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.
Os próximos votos serão proferidos pelos ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia e Nunes Marques.
Apesar da maioria formada, ainda não foi aprovada a tese jurídica com os detalhes da decisão. A tese é necessária para estabelecer as regras que as plataformas deverão seguir para a retirada dos conteúdos ilegais e cumprir a decisão da Corte.
Até o momento, a maioria dos ministros considera inconstitucional o texto do Artigo 19 do Marco Civil. Pelo dispositivo, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”, as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.
Votos
Nas sessões anteriores, os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes votaram a favor da responsabilidade civil das plataformas que operam as redes sociais.
Para Moraes, as big techs impõem seu modelo de negócio “agressivo”, sem respeitar as leis do Brasil, e não podem ser uma “terra sem lei”.
No entendimento de Dino, o provedor de aplicações de internet poderá ser responsabilizado civilmente pelos danos decorrentes de conteúdos gerados por terceiros.
Gilmar Mendes considerou que o Artigo 19 é “ultrapassado” e que a regulamentação das redes sociais não representa ameaça à liberdade de expressão.
Cristiano Zanin votou pela inconstitucionalidade do artigo e afirmou que o dispositivo não é adequado para proteger os direitos fundamentais e impõe aos usuários o ônus de acionar o Judiciário em caso de postagens ofensivas e ilegais.
Os ministros Luiz Fux e Dias Toffoli votaram para permitir a exclusão de postagens ilegais por meio de notificações extrajudiciais, ou seja, pelos próprios atingidos, sem decisão judicial prévia.
Luís Roberto Barroso diz que a ordem judicial é necessária para a remoção somente de postagens de crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria”). Nos demais casos, como publicações antidemocráticas e terrorismo, por exemplo, a notificação extrajudicial é suficiente para a remoção de conteúdo, mas cabe às redes o dever de cuidado para avaliar as mensagens em desacordo com as políticas de publicação.
O único voto divergente foi proferido pelo ministro André Mendonça, que votou a favor pela manutenção das atuais regras que impedem a responsabilização direta das redes.
Casos julgados
O STF julga dois casos concretos que envolvem o Marco Civil da Internet e que chegaram à Corte por meio de recursos.
Na ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.
No processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.
Agência Brasil
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