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Continuação de A Paixão de Cristo deve chocar o público e promete ser o maior da história

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O filme A Paixão de Cristo, lançado em 2004 na versão do renomado ator e diretor Mel Gibson, terá sua continuidade. Ela está sendo chamada de “A Ressurreição”, embora ainda não se saiba qual será o nome oficial da produção.

Mesmo não tendo previsão do lançamento, o filme de Mel Gibson já está dando o que falar na mídia especializada. Não por menos! A Paixão de Cristo de 2004 arrecadou a bagatela de US$ 611 milhões e se mantém até hoje no topo das bilheterias do cinema americano.

Se a continuação seguir a mesma ênfase, como é a expectativa, as chances de ser mais um sucesso de bilheteria são enormes. Ao público, por enquanto resta imaginar como será retratado com fidelidade a ressurreição ou mesmo a ascensão de Cristo diante dos Apóstolos. Ou ainda, se o filme irá além, mostrando os primeiros dias da igreja cristã primitiva.

Não há data prevista para a estreia nos cinemas, mas a expectativa da megaprodução já é grande.

Fonte: Gospel+

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Brasil capacita nove países para diagnóstico do novo coronavírus

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Especialistas participaram de dois dias de treinamento na Fiocruz.

Após dois dias de treinamento, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) encerrou hoje (7) a capacitação técnica de dez representantes de nove países das Américas do Sul e Central para o diagnóstico laboratorial da nova variante do coronavírus, batizada de 2019-nCoV.

A iniciativa é resultado de articulação entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para compartilhar experiências, fortalecer as capacidades diagnósticas nacionais e regional e garantir que os países das Américas estejam preparados para responder à emergência sanitária com os mesmos protocolos de análise adotados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e já implementados no Brasil.

“Diante dos desafios de uma emergência, a cooperação internacional tem aqui uma base importante quando sabemos que não existe possibilidade de trabalhar que não seja de forma cooperativa internacionalmente. Até porque vivemos tempos de interdependência sanitária. De uma maneira mais simples: vírus não tem fronteira”, disse a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade. “É um novo vírus: não podemos superestimar nem subestimar esse quadro”.

Especialistas da Argentina, Bolívia, Colômbia, do Chile, Equador, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai participaram da oficina de detecção e diagnóstico laboratorial do novo coronavírus.

Risco baixo

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, que participou do evento na Fiocruz, avaliou como “baixo” o risco de chegada ao Brasil do novo coronavírus no momento. O Brasil tem nove casos suspeitos.

“A OMS estabelece como risco global alto, com o risco na China muito alto, e nós, no Brasil, considerando nossas características, entendemos que o risco é baixo neste momento. Não temos voo direto para a China e até o momento não temos caso confirmado. Podemos ter? Sim, podemos ter. E para isso que estamos trabalhando para evitar que, ao identificarmos, que esse vírus não se espalhe demasiadamente e a gente consiga interromper a cadeia de transmissão”.

O secretário elencou alguns fatores para que o risco não seja considerado alto como o fato de o país estar no verão, época menos propícia para a ocorrência de doenças respiratórias, e as rigorosas medidas de contenção do surto adotadas pela nação chinesa.

“O vírus tem se apresentado com características de transmissão menores do que a expectativa que tínhamos há algumas semanas. Estamos com capacidade para detecção do vírus em tempo muito hábil. Apesar de termos o carnaval, não é uma festa de interesse dos chineses porque está muito próxima do feriado do Ano Novo chinês e eles estão evitando sair do país”, disse o secretário.

No dia 30 de janeiro, a Fiocruz recebeu fragmentos do material genético do novo coronavírus que serão utilizados para aprimorar os protocolos de testagens realizados no Brasil. As amostras vieram de Berlim e foram trazidas pela Opas, que representa a Organização Mundial da Saúde no continente americano. Como laboratório de referência, a Fiocruz recebe uma amostra dos casos suspeitos no Brasil para garantir a qualidade dos testes.

Agência Brasil

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Casos de coronavírus na China passam de 30 mil

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Getty Images

Total de mortes é superior a 600.

O número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus ultrapassou a marca dos 30 mil na China continental. O total de mortes é superior a 600.

A Comissão Nacional de Saúde da China informou que 3.143 novos casos foram confirmados nessa quinta-feira (7), levando o número total de pacientes para 31.161. O número total de mortes na China continental é, atualmente, de 636.

Os novos casos da doença têm aumentado em cerca de 3 mil por dia durante quatro dias consecutivos. Desses, mais de 70% foram registrados na província de Hubei, o epicentro do surto.

Uma autoridade de alto escalão de Hubei disse que mais de 10 mil proficcionais da área médica foram à província para dar assistência. Contudo, segundo a autoridade, a província necessita de mais 2 mil pessoas adicionais especializadas em medicina respiratória e que possam tratar de pacientes em estado grave.

Por NHK – Emissora pública de televisão do Japão

Agência Brasil

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Contaminações do coronavírus ultrapassam 2 mil em todo o mundo

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Governo chinês ordenou bloqueio das estradas na cidade de Wuhan.

O coronavírus, surgido na cidade de Wuhan, na China, já atingiu mais de 2.116 pessoas em todo o mundo e 300 estão em estado grave. Segundo oficiais da província de Hubei, 52 de todas as mortes foram registradas na região. A capital, Wuhan, onde o surto teve início, é a cidade mais afetada pelo vírus.

Somente na China foram registrados 2.062 casos. Além da China, Hong Kong (8 casos), Tailândia (8), Macau (5), Austrália (4), Japão (4), Malásia (4), Cingapura (4), Taiwan (4), Coreia do Sul (3), Vietnã (2) e Nepal (1) também tiveram casos confirmados. O coronavírus também chegou na Europa, com três casos confirmados na França. Já na América do Norte, são três casos nos Estados Unidos e um no Canadá. Até o momento não há registro de casos na América do Sul. As informações são do Centro de Ciência e Engenharia da universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA).

O surto tem afetado planos da população chinesa em meio ao feriadão do Ano Novo Lunar. A imprensa estatal afirma que agências de turismo cancelaram todas as excursões para o exterior a partir de segunda-feira. Segundo a Televisão Central da China, a medida teria sido resultado de uma ordem do governo chinês.

A doença também continua a se alastrar pelo mundo, com 44 casos registrados em 13 nações, além da China. A maioria dos infectados são turistas de Wuhan ou pessoas que visitaram a cidade. É o caso do terceiro paciente identificado na Coreia do Sul, um homem sul-coreano que vive em Wuhan e que havia retornado de férias ao país natal.

Agência Brasil

Com informações da NHK, Agência pública do Japão

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